segunda-feira, 25 de abril de 2016

Crase

Dicas fáceis de crase:

-Deve ser usada quando se junta o artigo a e a preposição a. Vou para a cidade - Vou a a cidade. Vou à cidade.

-NUNCA antes de palavras masculinas e verbos.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Fica dica

Dicas: trás (de atrás) # de traz (verbo trazer). 
empoçado (de poça - água) # de empossado (tomar posse).
mais (soma) # mas (porém, contudo)

quarta-feira, 30 de março de 2016

Conceitos aplicados

Ensinar a gramática pura sem que ela tem relação com o funcionamento da língua leva o aluno a entender menos ainda o porquê de ele ter que aprender certas coisas.

Quando o professor resolve trabalhar, por exemplo, com orações subordinadas e coordenadas ele precisa levar o aluno a entender que é importante saber daquilo para construir um texto coesivo e coerente. E nisso entram também os períodos simples e compostos. Ora, um texto escrito apenas com períodos simples parecerá um texto infantil, enquanto que, um texto construído com períodos compostos será mais bem elaborado, desde que, a coordenação entre esses períodos seja bem feita.
Há os conectivos de acordo com cada tipo de sindética e entendendo isso o estudante saberá quando usá-los se entender como funciona na prática, pois, não adianta saber um monte de conceitos sem saber aplicá-los.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Realismo com uma pitada de variação linguística e redação

Na segunda série do Ensino Médio quando se estuda Realismo, é interessante mostrar aos alunos as narrações de Machado de Assis, como por exemplo, "A cartomante" e "Dom Casmurro" e compará-lo ao Realismo português de Eça de Queirós com "O crime do Padre Amaro" e "O primo Basílio". Mostrando assim, a reação do Realismo ao amor, aos sentimentalismo do Romantismo.
Talvez os textos desses dois autores na íntegra sejam difíceis para o aluno entender, contudo, o professor pode aproveitar e falar sobre as diferenças do português de Brasil e Portugal e como a nossa língua mudou ao longo dos anos, que isso é um processo natural.
Sempre lembrando a eles o que é narrativa, as características de uma narrativa, seus tipos como conto e romance, por exemplo. E aproveitando o gancho por que não, por exemplo, debater a possível traição de Capitu em Dom Casmurro fazendo com que eles escrevam textos argumentativos?
Enfim, uma aula de literatura, redação e língua portuguesa que certamente os estudantes irão gostar por serem narrativas que falam de crime e traição e causarem tanta polêmica...

domingo, 13 de março de 2016

Realismo e Machado de Assis


Machado de Assis é, com certeza, um dos mais fascinantes escritores da Literatura Brasileira. Não só, claro, por Dom Casmurro com seu final brilhante, mas também, por outras histórias mais curtas como o conto “A cartomante”.

Histórias que foram escritas no século XIX, contudo, que são atuais até hoje. E peguemos o conto citado acima como exemplo: um triângulo amoroso, um casal (Rita e Vilela) e um amigo de infância de Vilela (Camilo). Rita se aproxima de Camilo justamente quando este está fragilizado pela morte de sua mãe e ela o envolve de tal maneira que ele não consegue se desvencilhar. Até que um dia Vilela descobre tudo e mata os dois amantes. Triângulo amoroso, traição, morte, três coisas que acontecem na realidade e atualmente.

E se compararmos Dom Casmurro com A cartomante podemos até dizer que eles possuem uma intertextualidade por haver um triângulo amoroso e uma traição – a diferença é a comprovação no conto e a não comprovação no romance.

Tudo isso pode ser explorado com alunos da segunda série do Ensino Médio quando estudam o Realismo, e claro, Machado de Assis. Talvez os estudantes não consigam entender o português antigo do Machado, porém, o professor pode ajudar fazendo a leitura em conjunto e explicando, ou, usando textos adaptados aos jovens.


Mais interessante é observar a expectativa que eles têm no começo do conto e como se surpreendem no final.

sábado, 5 de março de 2016

Autoridade X Autoritarismo

É preciso ter autoridade em sala de aula, sem ser autoritário.
O aluno deve perceber que o professor está no controle, mas que ele, como aluno,
Também tem sua parte a fazer.
A sociedade é feita de regras de convivência que devem ser aplicadas e respeitadas
Para que não haja bagunça. E o mesmo deve haver em sala de aula, o aluno deve entender isso,  que as regras são para que todos aprendam melhor. Por exemplo, usar celular para jogos e Facebook fará com que o aluno apenas se distraia e ele deve entender isso. O celular pode ser sim útil como ferramenta de pesquisa.

Outra coisa é conversar com o aluno em particular, se a conversar com o professor não resolver o aluno deve ser encaminhado à direção que também tentará conversar com o aluno e até com os pais que são os principais responsáveis pela sua educação.